Triste realidade vive o Brasil desde que um representante da putrefata extrema- direita assume o governo do país a partir de 2019. Como se não bastasse a defesa de uma visão machista e patriarcal da sociedade, perseguição às políticas de inclusão e programas sociais, o Brasil que, antes era considerado um modelo e uma potência ambiental, tem figurado entre os poucos países liderados por negacionistas que se excluem de responsabilidades ambientais e de acordos internacionais. Além disso, o atual governo ataca a ciência em diferentes frentes, promove um significativo desmanche da legislação e fiscalização ambiental e contribui diretamente com a acelerada destruição e degradação de hábitats naturais. Hoje percebe-se que a atual política governamental do desgoverno bolsonaro ameaça toda a biodiversidade brasileira e consequentemente a vida da população local e global.
Destina-se a causar orgasmos do tipo cognitivo-educativo-cibernético. Um espaço para tratar de temas sérios e também de algumas diarréias mentais.Minha intenção e coçar a ferida, arrancar a casca, meter o dedo e esfregar.Mas, a maior intenção mesmo é meter o dedo na sua hipófise. Você deixa!!!???
sábado, 24 de setembro de 2022
quinta-feira, 15 de setembro de 2022
Essas são as minhas ideologias - É aqui que eu te falo as minhas.
Cá estou em sala de aula dialogando com estudantes sobre o conceito e as características das diferentes ideologias que permeiam a humanidade. Eis que no dia seguinte uma estudante me apresenta um escrito que fez, inspirada na minha aula. Sabe gente, é como sempre digo: a Educação tem que Emocionar, Transformar e Revolucionar. Eu acredito nisso.
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Por: Maria Martins*
Essas são as minhas ideologias
*Estudante do Ensino Médio - Escola Estadual Anísio Teixeira/Fortaleza/Ceará/Setembro de 2022 d.C.
domingo, 29 de maio de 2022
Sobre os Desejos.
O que faz nosso olho brilhar? O que desperta nossa atenção? O que faz a gente sonhar? O que impulsiona nossos desejos?
Pitágoras nos diz que somos mortais diante dos temores mas, somos imortais por nossos desejos. E, logo depois dele Sócrates afirmou que tendo o mínimo de desejo chega-se perto dos desuses. No entanto, se contrapondo a ambos Epicteto já pensa diferente e declama: desterra de ti os desejos e nada terás que ti tiranize.
Sim, independente dos desejos nos conduzir à busca ou nos aprisionar na mesma é necessário que os observemos e os entendamos. Nossa busca eterna pela felicidade pode ser orgânica ou carregada de fetiches, no pensamento de Guy Debord. Fetiches esses criados e pensados por outrem. No mundo-mundo de hoje onde as mercadorias ganharam vida e o mundo virtual se tornou real para grande parte das pessoas, tais desejos e sejam eles quais forem, estão viciados e carregados de intencionalidades pré-fabricadas.
Assim o sendo, chamo a atenção para o trabalho pedagógico em sala de aula e, em particular o espaço da escola pública nos rincões dos sertões e nas periferias das metrópoles. Neste lócus encontramos crianças, adolescentes e jovens com seus desejos, necessidades e vontades.
E, quais são os desejos da incipiente juventude nesta segunda década do século XXI? O que buscam? O que querem? Não sei responder a tais inquietudes, mas de uma coisa eu sei, percebo, sinto: não é a escola um dos lugares de busca. A pseudocultura do imediatismo e da ostentação efêmera e volátil esta dominando. É um grande desafio para os(as) professores(as) mostrar que o mundo virtual não é real e que o que o que queremos consumir nem sempre é o que realmente necessitamos.
Há uma aura de inquietude no ar. Mas, não um incômodo reflexivo e transformador da realidade e sim, uma busca por satisfazer vontades construídas sobre aparências. Então, glamuriza-se os objetos e sexualiza-se ao máximo o corpo; corpo este que precisa estar "harmonizado".
Ostentar é moda da vez. Exibir roupas, bebidas, carros e cordões de preferencia bem grossos é o que pode me tornar visto e admirado. Não importa se não tenho uma casa própria para morar e a comida seja pouca e ruim. Eu, estando bem na selfie é o que interessa. E a forma de atingir este mundo de aparências e de objetos tem que ser a mais rápida possível.
É onde as atividades ilícitas com cara de aventura, conquista.
E, a Escola, está quase sozinha.
...Continua...
Henrique Gomes de Lima - Aprendiz de Professor, há 24 anos.
sábado, 5 de março de 2022
LIXO HUMANO.
Criatura imunda - O nome do excremento é "arthur da val" ou "mamãe falei", não importa, pois nem seu nome próprio a praga usa. É um lixo humano eleito deputado estadual por São Paulo e que ser governador do Estado. E como todos os bolsonaristas, desprezíveis. Para se mostrar, foi à Urânia procurar mídia. Lá chegando e diante das mulheres em fuga para sobreviver o escroto afirma: " não peguei ninguém ainda, mas colei em duas. ELAS SÃO FÁCEIS, PORQUE SÃO POBRES".
É assim que se comportam indivíduos da extrema direita, seres nojentos; é assim que se comportam populistas e que se dizem "cidadãos de bem e defensores da família". É esse tipo de gente que vota em bolsonaro e em moro. Não confio crianças e nem mulheres sozinhas com um indivíduo desses. São capazes de tudo. Te tudo que é ruim. O elemento sai do Brasil e vai a um país em guerra humilhar e assediar suas mulheres. O bolsonarismo e o machismo são um câncer social.
terça-feira, 1 de março de 2022
Guerra não faz grande ninguém.
Mundo 2022 d.C. Rússia invade Ucrânia. EUA e Europa bradam. Mas, já fizeram o mesmo em um passado recente. Poder, arrogância, ignorância...A fome no mundo, as doenças no mundo, o aquecimento do do mundo e, os homens brigando. Depois de tantos séculos, não aprendemos NADA.
Não há mocinhos nesta guerra. EUA, Europa, OTAN, Ucrânia, Rússia...Há só interesse: interesse em território, interesse em recursos naturais; interesse em dominar e não somente com ideias, dominar pelo medo, pela força, pelas armas, pela morte.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2022
Sim, Eu Acredito no Poder da Educação.
A licença emitida pela universidade para exercer o magistério é apenas uma das condições que o(a) indivíduo(a) que pretende ser professo(a) deve buscar adquirir. O ser e o fazer-se professor (a) é uma decisão de vida, uma escolha política e uma busca diária. Esta convicção vem dos últimos vinte e três anos vividos nas escolas, ministrando aulas para crianças, adolescentes, adultos e idosos. E, baseado nesta prática digo que o fazer educação só se firma quando o(a) professor(a) busca construir sua práxis pedagógica de forma dialógica e sedimentada sobre a autenticidade, a aceitação incondicional e a empatia.
A educação deve ser para todos (as). Infelizmente ainda há
quem afirme que devemos ensinar só para quem quer. Digo exatamente o contrário.
Devemos buscar construir o conhecimento junto àqueles (as) que acham que não
querem e, principalmente junto aos que estão limitados por condições físicas,
psicológicas e/ou sociais. É neste instante que o(a) professor(a) precisa ser
reflexivo, um(a) observador(a) constante e crítico da sua própria prática.
Para que a educação atinja seus objetivos de promover a
liberdade do estudante, ensinando-o
a lidar de maneira orgânica com seu ambiente e a agir por si próprio, tornando-lhe
independente e ao mesmo tempo um ser coletivo, cabe a cada instituição de
ensino, aos profissionais e os órgãos governamentais pesquisar, desenvolver
formas, estratégias e práticas que consigam não somente acolher, mas,
oportunizar a cada estudante uma aprendizagem significativa.
Lecionar é para fortes. Lecionar é para quem sangue no olho. Lecionar é para quem acredita.
Acredito que uma educação feita de forma holística pode alcançar a formação de um sujeito
ativo como um ser ético, histórico, crítico, reflexivo, humanizado e
transformador do espaço onde está inserido.
Só amamos
o que conhecemos e só podemos nos educar em comunhão. Assim sendo, o conhecimento que pode contribuir para uma práxis
verdadeira, orgânica e consciente. E realizar tal tarefa é muito difícil e
desafiador. Fazer Ciência é ter muito claro sua finalidade, é saber que o
conhecimento tira “a remela” dos olhos, o excesso de cerume dos
ouvidos, as travas da língua, o ceroto da pele e ainda ajuda a rasgar o véu da
ignorância. Devemos fazer uma ciência para que as pessoas consigam sentir o
cheiro dos lugares, o som das palavras ou perceber os espectros que escondem a
realidade. E a quem deve servir essa Ciência? Aos homens e às mulheres
livres e não livres; aos jovens, às crianças e aos idosos. Às comunidades, aos
guetos, às diversas tribos sejam do campo, da cidade ou da floresta. E deve
dirigir-se ainda principalmente para quem não a quer. Conforme já disse
anteriormente.
Essa pratica científica é
feita quando oportunizamos aos estudantes a pedagogia do encontro e do diálogo.
É uma Ciência feita com sons, cheiros, sabores, movimentos e pausas. Ela deve
levar-lhe para caminhar com os cegos e com estes tocar os elementos, dançar com
o hiperativo e sorrir com o down.
Façamos uma Escola para a vida; para que possa correr pelo corpo como correm os rios pelas entranhas da terra; que faça das palavras soltas ideias que coloquem a sociedade para tremer e que as imagens cambiantes das paisagens sejam percebidas como a simplicidade do arrepio da pele.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2021
Então é Natal, de novo.
Por gentileza, já que esta convenção do 25 de Dezembro como aniversário do nascimento de Cristo é posta e celebrada, então respeitem-na.
Acho muito esquisito, aqueles(as) que se dizem Cristãos afirmarem que: se não tiver peru não tem natal; se não tiver pernil, não tem natal; se não tiver tender, não tiver natal; se não tiver chester, bacalhau, uvas, pêssegos, amendoadas e troca de presentes, não tem não natal. Mas, o que é o natal?
Ah tá, é o aniversário de nascimento de Jesus Cristo. Cristo? Mentira! Mas, só se fala em comer, beber...Beber e comer e ainda tem um tal de papai noel, uma criatura fictícia e que está estampada em todos os lugares. E Cristo? Cadê Jesus Cristo nessa parada toda?
domingo, 21 de novembro de 2021
Uma Grande Mulher - Heloneida Studart.
Heloneida Studart é uma escritora cearense , ensaísta, teatróloga, jornalista, defensora dos direitos das mulheres e política brasileira. Foi seis vezes deputada estadual do Rio de Janeiro pelo Partido dos Trabalhadores.
Foi uma voz ativa pela licença-maternidade de 120 dias e criou lei que garante às mães pobres testes gratuitos de DNA para responsabilizar pais.
Com apenas nove anos, ainda estudante do colégio de freiras Imaculada Conceição de Fortaleza, escreveu sua primeira história, a que deu o título de "A menina que fugiu do frio". Aos 16 anos, mudou-se para o Rio de Janeiro e tornou-se colunista do jornal "O Nordeste" . Publicou, em 1953, seu primeiro romance, "A primeira pedra", e, quatro anos depois, seria premiada pela Academia Brasileira de Letras pelo segundo título publicado, "Dize-me teu nome."
O poder desarmado
Eu tinha 13 anos, em Fortaleza, quando ouvi gritos de pavor. Vinha da vizinhança, da casa de Bete, mocinha linda, que usava tranças. Levei apenas uma hora para saber o motivo. Bete fora acusada de não ser mais virgem e os irmãos a subjugavam em cima de sua estreita cama de solteira, para que o médico da família lhe enfiasse a mão enluvada entre as pernas e decretasse se tinha ou não o selo da honra. Como o lacre continuava lá, os pais respiraram, mas a Bete nunca mais foi à janela, nunca mais dançou nos bailes e acabou fugindo para o Piauí, ninguém sabe como, nem com quem.
Eu tinha apenas 14 anos, quando Maria Lúcia tentou escapar, saltando o muro alto do quintal da sua casa para se encontrar com o namorado. Agarrada pelos cabelos e dominada, não conseguiu passar no exame ginecológico. O laudo médico registrou vestígios himenais dilacerados, e os pais internaram a pecadora no reformatório Bom Pastor, para se esquecer do mundo. Realmente esqueceu, morrendo tuberculosa.
Por mim, acho que só as mulheres podem desarmar a sociedade. Até porque elas são desarmadas pela própria natureza. Nascem sem pênis, sem o poder fálico da penetração e do estupro, tão bem representado por pistolas, revólveres, flechas, espadas e punhais. Ninguém diz, de uma mulher, que ela é de espadas. Ninguém lhe dá, na primeira infância, um fuzil de plástico, como fazem os meninos, para fortalecer sua virilidade e violência. As mulheres detestam o sangue, até mesmo porque têm que derrama-lo na menstruação ou no parto. Odeiam as guerras, os exércitos regulares ou as gangues urbanas, porque lhes tiram os filhos de sua convivência e os colocam na marginalidade, na insegurança e na violência. É preciso voltar os olhos para a população feminina como a grande articuladora da paz.
E para começar, queremos pregar o respeito ao corpo da mulher. Respeito às suas pernas que têm varizes porque carregam latas d’água e trouxas de roupa. Respeito aos seus seios que perderam a firmeza porque amamentaram seus filhos ao longo dos anos. Respeito ao seu dorso que engrossou, porque elas carregam o país nas costas. São as mulheres que irão impor um adeus às armas, quando forem ouvidas e valorizadas e puderem fazer prevalecer à ternura de suas mentes e a doçura de seus corações.
Viva Rita Lee que canta:
“nem toda feiticeira é corcunda,
nem toda brasileira é bunda
e meu peito não é de silicone…
sou mais macho que muito homem”.
segunda-feira, 15 de novembro de 2021
Liberdade, Abre as Asas sobre Nós!
sexta-feira, 5 de novembro de 2021
A Ordem Nacional do Mérito Científico - Brasil, 2021.
Professor RECUSA Ordem do Mérito Científico dada por bolsonaro.
terça-feira, 2 de novembro de 2021
Aos que acreditam...Incorruptível, só DEUS!
Jovens soldados já foram assassinados dentro das dependências das Forças Armadas. Carros das Forças Armadas já foram usados para traficar drogas. Aviões das Forças Armadas já foram usados para traficar drogas. Membros das Forças Armadas já foram condenados por corrupção na distribuição de água no nordeste. Carros- pipas e propina, IMAGINEM! ...E POR AÍ VAI...
sexta-feira, 29 de outubro de 2021
Metaverso.
Bem vindos ao metaverso...Isso é bom ou ruim? O que real? O que é virtual? Até que ponto
esses dois mundos interligados podem influenciar nas relações humanas e na
eterna construção das sociedades?
O que é metaverso? Quais os planos de Mark Zuckerberg? Em evento no qual anunciou mudança de nome do Facebook, o fundador da empresa aposta na plataforma como ambiente híbrido entre real e virtual. Este conceito vindo da ficção científica já é explorado na indústria tecnológica.
A palavra - meta - vem do grego e significa algo como - além. Na ideia que agora emerge, o metaverso é a realidade virtual e segundo especialistas da área, ele é na verdade muito mais do que isso. Muitos apostam que ele é o próprio futuro da internet. Pergunto: o futuro da internet, também é o futuro humano?
Agora, tentem "sentir" como será. Em vez de precisar estar em frente a um computador ou celular para se conectar, as pessoas em um metaverso podem usar uma espécie de fone de ouvido para mergulharem em todo tipo de ambiente virtual — desde shows, confraternizações com amigos e parentes e reuniões de trabalho.
Nesse mundo digital, cada usuário teria um avatar pra chamar de seu, um bonequinho que seria uma representação de si mesmo.
Pois bem. A humanidade esta mergulhando cada vez mais no dinamismo estático das infovias. A realidade virtual proporcionando emoções que parecem tão reais ao passo que são tão efêmeras. Nunca estivemos tão conectados e ao mesmo tempo parece que nunca estivemos tão sós.
Amizade, tem que ser real. Amor, tem que ser real. Até o conflito tem que ser real. A fome é real e a desigualdade entre os seres humanos também é bem real. As soluções PRECISAM TAMBÉM, ser reais.
Que venha o metaverso. Que venha o multiverso. E que nos aproxime, de verdade; e que não nos deixemos envolver por um mundo que parece dinâmico, mas que pode ser muito frio e que pode nos desumanizar, cada vez mais.
domingo, 24 de outubro de 2021
Política é uma Delícia.
Acreditamos que uma escola tem o dever social, ético e moral de proporcionar reflexões acerca dos acontecimentos políticos, afinal de contas trabalhamos com a construção de conhecimentos e com a formação de opiniões.
terça-feira, 12 de outubro de 2021
FÉ.
A fé, o dedo e a língua.
O dedo aponta,
Enfiem o dedo e engulam a língua no local do seu corpo que lhes der mais prazer.
Salve Rainha, Mãe de Misericórdia.
Salve Rainha, Mãe de Misericórdia,
sábado, 4 de setembro de 2021
O que é uma escola?
Povo brasileiro; chegar de roer osso. #ForaBolsonaroGenocida
"Chega de roer o osso. Eu quero é carne muciça Não é que eu tenha preguiça; mas preciso descansar Da Paraíba pra cá ; tem chão a perder de vista Meu coração futurista; agora quer relembrar." A Paraíba somos todos nós! Cada brasileiro e cada brasileira. Cada homem e cada mulher honestos e que amam seu país. Um Brasil que tenho sonhos; um Brasil sem política de ódio e de perseguição. A Paraíba é um de nós que busca melhorias de vida pelo país afora.
segunda-feira, 16 de agosto de 2021
É possivel separar o Artista e sua Arte do Cidadão? Eu não consigo.
Não consigo separar a Arte do Artista e do Cidadão. Não consigo.
domingo, 15 de agosto de 2021
Poema Pedagógico*
Por gentileza, observe seu país. Olhem o Brasil.
E aí você olha para o nosso país. O Brasil de hoje; o Brasil atual.






